Marangatú Luxury Hotel
Dentro e fora

Experiências

O que existe aqui, e o que já existia em volta.

Curadoria

A maior parte já estava aqui.

O mar, a mata, as fazendas de cacau, as baleias entre julho e outubro. Nada disso foi construído. O hotel organiza o acesso; o resto é território.

Mata fechada sobre a rocha.
A casa

No Marangatú

O que o hotel terá dentro do terreno. Em projeto, a partir do estudo de experiências de 2027.

  • Praia

    Beach club com bar de frente para o mar, deck de luau com fogo na areia para o pôr do sol, quiosque para o dia. Escola de mar: stand-up, caiaque, surf e snorkel, com instrutores. Um píer para barcos, pesca e a peixaria do dia.

  • Água

    Piscina natural integrada à mata e piscina de lazer. Espaço aquático para crianças.

  • Corpo

    Spa com massagens e terapias, sauna, ofurô. Plataforma ao ar livre de frente para o mar, para yoga e meditação ao nascer e ao pôr do sol. Fitness club. Um espaço sensorial pensado para quem precisa de outro ritmo, inclusive no espectro autista.

  • Mata

    Trilhas a pé e de fat bike dentro do terreno: bosque com orquidário e jardim sensorial, horta coletiva e apiário, viveiro de mudas, até um mirante sobre o mar.

  • Crianças e adolescentes

    Playground natural na areia, com tronco, água e jogos tradicionais. Multiverso: brinquedoteca, ateliê de barro, espaço de leitura. Um espaço só para os adolescentes.

  • Esporte

    Quadras de areia — vôlei, beach tennis — e poliesportiva. Slackline, parede de escalada, arco e flecha.

  • Noite

    Cine ao ar livre com pufs e cobertas. Salão de jogos. Uma praça para música ao vivo e apresentações de quem faz cultura em Serra Grande.

  • Mesa

    Restaurante de cozinha baiana com técnica. Cozinha de brasa e especiarias. Coquetelaria à beira-mar.

  • Cavalo e cabruca

    Passeio a cavalo e visita à cabruca — cacau à sombra da mata — a partir do hotel.

Rio, mangue e pedra.
Em volta

Serra Grande e Costa do Cacau

Um inventário do lugar, não um cardápio. Parte do que está aqui é conduzido por pessoas da região, não pelo hotel. Sob consulta, sujeito a maré, clima e estação.

Mar

  • Jubartes

    De julho a outubro, as baleias-jubarte passam em frente à costa. Serra Grande é ponto de observação de terra: o mirante fica a 93 metros, e pesquisadores da universidade monitoram dali. No mar, saídas de quatro horas com biólogos a bordo, seis pessoas por barco. Distância mínima de cem metros, motor em marcha lenta.

  • Surf

    Pé de Serra e Sargi, em frente ao hotel, quebram de maio a setembro com ondulação de leste e sudeste. Praia aberta, sem escola, sem fila. Em Itacaré, a trinta minutos: Tiririca, Prainha, Engenhoca, Jeribucaçu. Água entre 26 e 28 graus o ano inteiro. Aulas e guia com instrutores da região; de dezembro a março, mar pequeno para começar.

  • Pesca oceânica

    O Royal Charlotte Bank, ao largo de Canavieiras, é um dos bancos de marlim-azul mais produtivos do Atlântico Sul. Temporada de outubro a março. Barcos de trinta a quarenta pés, capitães licenciados, pesca e soltura. A saída é pela praia, na frente do hotel — sem transfer, sem marina. Pernoite quando o dia pede.

  • Recifes

    Parque Marinho da Pedra de Ilhéus: três horas de snorkel conduzidas por biólogos, em barco pequeno. Piscinas naturais de Taipu de Fora, na Península de Maraú, na maré baixa. Um dia inteiro.

Rio

  • Rio de Contas

    Oito quilômetros de canoa polinésia ou prancha, entre o mangue-vermelho e a Cachoeira do Cleandro. Saídas pela tábua da maré. Lua cheia, quando há.

  • Tijuípe

    A dez minutos do hotel, duas quedas e um rio para remar. Melhor no primeiro horário da manhã.

  • Lagoa Encantada

    Em Ilhéus, um dia entre ilhas flutuantes e uma cachoeira de 45 metros. Barco pequeno, guia da região. Treze quilômetros de estrada de terra no fim.

  • Mangue

    Canoa com pescadores e marisqueiras de Serra Grande e Itacaré, pelo manguezal. Caranguejo, garça, silêncio. A hora é a da maré.

Serra

  • Parque Estadual da Serra do Conduru

    9.275 hectares de Mata Atlântica atrás do hotel. Aqui foi registrado o recorde mundial de espécies de árvores por hectare. Três trilhas oficiais; a do Mirante da Torre vê a costa e a vila. Entrada gratuita, sempre com condutor credenciado. Seca de outubro a fevereiro.

  • Aves

    Mais de 150 espécies, seis delas só desta floresta. Saída às cinco e meia da manhã com biólogo e guia nativo. Quatro pessoas, no máximo.

  • Prainha

    Da porta do hotel, vinte minutos de trilha entre a Pé de Serra e a Prainha. Não há estrada até lá.

  • Floresta Viva

    Vizinho do hotel. Viveiro com 140 espécies nativas e um jardim botânico. Visita guiada; quem quiser planta uma muda.

  • Mico-leão-da-cara-dourada

    Vive só aqui, entre Ilhéus e Una, nas cabrucas e na Reserva Biológica de Una. Observação ao amanhecer, com pesquisadores.

Cacau

  • Fazendas

    Por um século, o sul da Bahia abasteceu o mundo de cacau. As fazendas ficam a trinta e cinco minutos: casarões do século XIX, barcaças, cochos de fermentação e a cabruca — cacau à sombra da mata. Colheita de outubro a março. Abre-se o fruto, prova-se a polpa, depois o chocolate.

  • Chocolate

    Produtores da região ganharam medalhas no International Chocolate Awards de 2026. Degustação com quem faz, na fazenda ou no hotel. Em Ilhéus, o laboratório sensorial da universidade.

Vila

  • Serra Grande

    Uma vila de poucas ruas, entre a serra e o mar. Sarau na praça no segundo sábado do mês. Capoeira Angola com os mestres, na Rua das Artes.

  • Quilombos de Itacaré

    Porto de Trás, Santo Amaro, João Rodrigues. Vivências conduzidas pelas próprias comunidades: cozinha, mangue, tambor.

  • Povo Tupinambá de Olivença

    A Terra Indígena de Olivença começa a setenta minutos daqui. O povo Tupinambá habita esta costa desde antes de ela ter este nome.

  • Ilhéus

    A cidade de Jorge Amado. Catedral, Bar Vesúvio, Bataclan. A pé, com quem conhece a história.

  • Artesãos

    Cerâmica em Ilhéus, piaçava do Baixo Sul, madeira e sementes em Itacaré. Peças com o nome de quem fez.

  • Floresta e clima

    Agricultores tradicionais do entorno do parque são pagos para manter a floresta em pé. É possível visitá-los.

Corpo

  • Manhã

    Yoga ao amanhecer, com professoras que moram na vila.

  • Floresta

    Banho de floresta em cabruca e mata, a cinco minutos do hotel, terminando sob um pequizeiro centenário.

  • Mãos

    Massagem com terapeutas da região. Spa em projeto; ingredientes daqui — cacau, coco, ervas.

Sob consulta. Sujeito a maré, clima e disponibilidade.

Parte das experiências é conduzida por pessoas da comunidade e por instituições da região, não pelo hotel.

Calendário

Um ano, quatro estações do lugar

  1. 01

    Janeiro a março

    Colheita do cacau. Marlin. Mar pequeno para aprender. Floresta seca.

  2. 02

    Abril a junho

    Chegam as primeiras ondulações. Chuva na serra.

  3. 03

    Julho a outubro

    Jubartes. Surf. Festival do chocolate em Ilhéus, em julho.

  4. 04

    Outubro a dezembro

    Seca na serra: trilhas e aves. Marlin. Começa a colheita.

Acompanhe de perto.

O Marangatú abre em 2028. Até lá, notícias do que acontece em Serra Grande — a obra, a mata, as pessoas. Nada mais.

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